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Bom, novidades galerinha.

Essa fotinha foi numa festa eletrônica que teve no MAM no dia 10/07/2009.

Precedentes: acordei sem nenhuma vontade de sair da cama, mas saí, como todos os outros dias, comecei a ler Eclipse (boyfriend gift), dormi um pouco a tarde, e a noite fui pra night né? auhauahauhauha

Putz foi uma parada muito louca ter feito esse freelance, eu super séria encarando como um trabalho sério e o pessoal aloprando todas. Tipo eu já cheguei mostrando serviço, arrumando as bebidas no bar, separando as coisas necessárias, querendo decorar onde estava o que, etc e tal, quando teve o break antes das festa começar, sentei e me entreguei a leitura novamente, fiz a maquiagem e coloquei a blusa do evento para esperar os primeiros biriteiros auahuahauahah.

É muito estranho você de cara limpa, sóbria, vendo o pessoal perdendo a linha, fazendo merda, falando horrores, e talz, é engraçado pra falar a verdade. O nosso bar começou com sequência da foto: Monalisa, Nicole, Eu (3ª da foto), Thais e Julia e os meninos: Marcio, Sardela, Machadinho e Gustavo. Engraçado, quando a coisa começou a pegar fogo, gente pedindo drink pra tudo quanto é lado, cadê todo mundo? Parte da galera tinha ido ao banheiro, dois rapazes sumiram sabe-se Deus pra onde uhauahuahauahauh Ai ficou: Eu e Sardela, pegando no batente igual doidos. Isso foi bom, eu não suporto música eletrônica não estava me sentindo muito a vontade, mas ultimamente, não tem muitos lugares que me deixem assim. E isso fez com que a hora passasse mais rápido. A festa começou a meia-noite e estava prevista pra terminar às seis e meia da manhã. Quando deu o horário do término, ai que chegaram os clientes auhauahauha. A gente cheios de vontade de meter o pé pra poder dormir, e o pessoal querendo drink ¬¬ Sinceramente, NINGUÈM MERECE! aauhauahuahuahuahauhauhauahua, beleza, atendemos mais uma galera, e depois começamos a fechar o bar, fazer a contabilidade, mas acabou que só saimos de lá umas nove e vinte eu acho.

Foi uma experiência e tanto ter trabalhado de freela nesse evento, gostei disso, tirando o fato de ter sido música eletronica que não é muito minha vibe, mas ganhando tudo se ajeita, né? uahuahauhauahuah Foi legal, galerinha legal, apesar de toda a minha introspecção, quando não era o fone de ouvido, era o livro na frente da cara, que menina má educada.

Então é isso galera.

XOXO,

Gabriela Guedes

Frio – parte 1

A dor dilacerava meu coração, e eu perguntava, por mais quanto tempo eu teria que enfrentar as agulhas que perpassavam por todos os poros de meu corpo, fazendo marcas, que doiam ainda mais, algumas palavras faziam com que a ferida, antes quase cicatrizada, voltasse a sangrar desvairadamente.

Não sabia quanto tempo eu teria, antes que esse sádico, masoquista voltasse a me torturar, pois afinal, nem eu sabia o por quê dele ter me escolhido para sacrifício, como pude chegar a esse local que lembro vagamente de premonições, com um estranho?

Nada fazia sentido, minha cabeça pendia de um lado para o outro ferozmente, e eu não conseguia lembrar de absolutamente NADA. Minto, lembrava de ter parado para ajudar um rapaz que caíra na rua, perto do estacionamento, agora as coisas clareavam em minha mente. Ele começou a se contorcer assim que a luz do luar o atingiu, será que os mitos e lendas faziam enfim sentido? Ou eu estava apenas delirando de dor, e tentando encontrar uma razão mesmo que descabida.

Tudo girava ao meu redor, meu estômago revirava, e vários nós se formavam, mas não havia nada ali para ser expelido, por quanto tempo dormi? Há quanto tempo estou em seu poder?

Não sei, não consigo lembrar, não consigo analisar….

Hoje, como todos os outros dias, acordei mal-humorada, não aquela coisa que passe rapidamente, mas aquilo que se arrasta ao longo do dia.

E aí não tive vontade de fazer nada, apenas ficar deitada em minha cama, olhando para o nada, o nada que reflete o vazio das minhas ações, a preguiça de estudar, a falta de vontade de sair e todas essas pequenas coisas…

Mas, como num passe de mágica, você enalteceu o meu dia com sua presença doce, com sua risada ao rir de mim, aquele ruído tão conhecido que me acorda de manhã do outro lado do telefone, e pode não ter parecido, mas a raiva se dissipou instantaneamente. E eu não sabia como lhe agradecer por ter aparecido em minha vida, nem tinha como descrever a importância da sua presença ao meu lado nos momentos tortuosos, e percebi o quanto as coisas ficam simples quando você fala com a sua voz calma, doce, pausada, mas ao mesmo tempo firme em seu próposito de me convencer da coisa certa a fazer, e de como fazer, e tudo fica tão claro, que eu me assusto ao ver que eu te escuto. Logo eu, que nunca escutei ninguém.

E fiquei feliz, dei um sorriso sincero, sem precisar fingir pra ninguém, eu estava a vontade conversando banalidades e nem percebi o quanto isso me fez bem e me distraiu de todas as outras coisas ruins que eu pensava regularmente. E ri das suas excentricidades, que fazem você muito engraçado quando começa a falar de coisas estranhas como se fossem as coisas mais normais do mundo. Agora sei que não estou só. Você sempre esteve ao meu lado, só que silenciosamente, vendo de longe tudo que me acontecia, sem interferir em nada, até que eu me sentisse livre pra seguir o caminho que sempre esteve na minha frente e eu não quis ver, não quis perceber. Mas, agora as coisas mudaram, e sei que você está aqui nesse momento, disposto  a encarar todas as adversidades advindas do meu temperamento inconstante. Te adoro namorado! Obrigada!

E qual não foi minha surpresa depois de um dia agradável, ao ver um singelo recado de uma amiga que estava tão afastada, agradecendo-me por uma coisa que fiz automaticamente, e nunca me senti tão importante por ter feito uma coisa tão ordinária. Mas, que fez sentido para alguém e que trouxe alívio para alguém. Uma pessoa que me é muito importante e que me ajudou diversas vezes anteriormente, e que por uma fatalidade, se afastou, mas sinto que dessa vez, ela veio pra ficar, e me senti inebriada só de pensar nas coisas que podemos fazer juntas num momento de lazer. Te amo Nathy!

Estou sentindo que as nuvens se dissipam acima de minha cabeça, trazendo um alívio que há tempos não sentia. Entretanto, sinto medo do torpor que poderá vir mais adiante lembrando-me do frio e gélido pesadelo interior, compartilhado entre mim e todos os outros mortais. O medo da mórbida solidão, do momento de estar à sós consigo, vendo através das teias imaginárias. Sei que posso conseguir atravessar toda essa tempestade, é só esperar o momento certo para começar a remar contra a correnteza de inutilidades que me assaltam às vezes, inconscientemente. Mas, isso, HOJE não importa, por que estou SEGURA.

 

Hoje depois de acabar mais um pouco com a minha dor através das lágrimas, putz que emo =/ uahauhauahauha

Então, resolvi dar mais um passo em minha vida, fiz uma faxina mental, varri diversas coisas, descobri que tem coisas que não mudarão mesmo que eu queira. Que esquecer é mais difícil que eu pensava, e deixar as coisas acontecerem é o mais sábio a se fazer.

O tempo não volta, os erros não se transformam em acertos, a palavra dita não pode ser apagada, a lágrima rolada não pode voltar a seu lugar de origem, a dor causada não pode ser extinta. E os sentimentos só servem para confundir a cabeça.

A vida não é fácil, ninguém disse que seria, mas de que adianta complicar, se o que você quer está longe? O jeito é pegar o que está ao seu alcançe e transformar em realidade para ser feliz. Eu quero, eu posso, eu vou conquistar os meus objetivos, sem essa de fazer tempestade em um copo d’agua.

“Nada do que foi será, de novo do jeito que já foi um dia, tudo muda o tempo todo no mundo, não adianta fugir, nem mentir pra si mesmo agora, há tanta vida lá fora, aqui dentro, sempre, como uma onda no mar.”

“Hoje é um novo dia, de um novo tempo que começou, nesses novos dias as alegrias serão todos é só querer…”

Obrigada por estar aqui. Sempre.

Não perderei mais minha serenidade.

A raiva faz mal à saúde, o rancor estraga o fígado, a mágoa envenena o coração.

Estou dominando minhas reações emotivas, me tornando dona de mim mesma. Sem jogar lenha no fogo do meu aborrecimento. Esquecendo, e passando adiante. Não perdendo a calma. Pensando, antes de falar, e não cedendo à minha impulsividade.

Lutadora

Um dia as máscaras caem, e não adianta tentar recolocá-las no lugar, elas não se encaixam mais.

Toda a dor causada um dia voltará, a ingenuidade cederá lugar a luta  e perspicácia. O mundo dá voltas baby. Mas, tenho que lhe agradecer, e a melhor maneira é através da tradução de “fighter”.

Lutadora

 

Depois de tudo que você me fez passar
Você imaginou que eu o menosprezaria
Mas no fim, eu quero lhe agradecer
Porque você me fez muito mais forte
Bem, eu achei que conhecia você
Pensando que você é verdadeiro
Eu acho que eu, eu não podia confiar
Acabou o tempo para suas baboseiras
Pois eu já tive o bastante
Você estava ao meu lado
Sempre pronto para o que viesse
Mas a sua jornada da felicidade pegou fogo
Pois sua ganância me vendeu na vergonha,

 

Depois de todos os roubos e trapaças
Você deve achar que eu guardo ressentimentos de você
Mas, oh não, você está enganado
Pois se não fosse por tudo que você tentou fazer
Eu não saberia o quanto sou capaz de agüentar
E por isso quero dizer obrigada

Pois isto me faz muito mais forte
Me faz trabalhar mais arduamente
Me faz muito mais sábia
Então obrigada por fazer de mim uma lutadora
Me fez aprender mais rápido
Fez minha pele um pouco mais espessa
Me faz muito mais esperta
Então obrigada por fazer de mim uma lutadora

Nunca vi chegando
As suas punhaladas nas minhas costas
Para que você pudesse lucrar
Em uma coisa boa antes que eu percebesse seu jogo
Eu ouvi que você anda por aí
Fazendo o papel de vítima agora
Mas eu nem começo
A achar que eu sou a culpada
Pois você cavou sua própria cova

Depois de todas as brigas e mentiras
Pois você quer me aterrorizar mas isso não vai funcionar mais
Não mais, oh não, isso acabou
Pois se não fosse por toda a sua tortura
Eu não saberia como ser deste jeito agora
E nunca dar pra trás
Então eu quero dizer obrigada

Como pôde este homem que eu achava que conhecia
Se revelar tão injusto e cruel
Só podia ver as coisas boas em você
Fingir que não via a verdade
Você tentou esconder suas mentiras, se disfarçar
Vivendo através da negação
Mas no fim você verá
Não pode me deter

Eu sou uma lutadora e eu
Eu não vou parar
Não existe mais volta para trás
Eu já tive o bastante

Pois isso me faz muito mais forte
Me faz trabalhar mais arduamente
Me faz muito mais sábia
Então obrigada por fazer de mim uma lutadora
Me fez aprender mais rápido
Fez minha pele um pouco mais espessa
E me faz muito mais esperta
Então obrigada por fazer de mim uma lutadora

Pensando bem eu esqueceria
Mas eu me lembro
Eu me lembro
Eu me lembro, eu me lembro
Pensando bem eu esqueceria
Mas eu me lembro
Eu me lembro
Eu me lembro, eu me lembro

Felicidade?

Essa insana e desequilibrada personificação aparece em minha vida, e me convida a dançar no ritmo da balada da alegria.

Quero incontrolavelmente enebriar-me em seus braços e seguir os passos dessa melodia, e deixar que me leve para um lugar além das palavras, onde poderei encantar-me com cada piscada de olhos.

Enfim, decido-me, aceitarei a felicidade, é só questão de tempo. =)

Quem sou eu

Uma pessoa inconstante, que muda de idéia como quem muda de roupa, sempre querendo fazer tudo e nada. Uma dicotomia constante. Pluri-isotópica. Que ama viajar, sentir a brisa do vento no rosto, os cabelos voando, sentada na areia, ouvindo o barulho do mar, e embaixo de um céu de estrelas. Olhando para todas aquelas constelações e lembrando de histórias ou simplesmente criando-as. “Estou tentando aliviar, tentando não chorar, por mais que eu tente esquecer, memórias vem me enlouquecer”. O passado está entrando em choque com o meu presente e os ideais que eu tenho pro futuro, o cerco está se fechando e por mais que eu queira simplesmente não consigo esquecer tudo que me acontece. Ou aconteceu. Estou no meio de uma tempestade emocional, não consigo concatenar as idéias e acabo magoando quem não devo, nesse meu momento introspectivo, frio ao extremo. Tento aliviar a barra indo para o teatro que é como uma terapia, é o lugar onde eu posso demonstrar todos os meus heterônimos sem ser julgada, é o lugar onde posso extravasar e ser “feliz”. “Sempre precisei, de um pouco de atenção, acho que não sei quem sou, só sei do que não gosto”. Acho que o começo dessa música do RR me define perfeitamente. Sou um ser humano ainda em construção, que erra e se arrepende, que às vezes consegue consertar e às vezes perde pra sempre. Que morre de medo de magoar as pessoas, mas pelo seu jeito inconseqüente de sair por ai tacando verdades nas faces alheias, não agrada as pessoas. Por isso posso dizer que tenho amigos, sim, mas que são muito poucos, os que me aturam e me amam, mesmo com todos os meus defeitos, e o meu gênio explosivo. Sou extremamente temperamental. Fria, às vezes, mas inexplicavelmente sensível em outras. Estou tendo que aprender na marra, como é me virar, como é se sentir sozinha, sem uma perspectiva. Nunca tive que me preocupar com diversas coisas, pois sempre alguém faria por mim. Mas, não quero mais ser dependente. Estou no momento de dar minha cara à tapa, por que o que eu mais quero nesse momento, é crescer. Porém com uma consciência do que é politicamente correto, e fazer perfeitamente, já que a vida não tem ensaios, e eu tenho muita coisa a mostrar antes que se fechem as cortinas.

Closer

“Where is this love? I can’t see it, I can’t touch it. I can’t feel it. I can hear it. I can hear some words, but I can’t do anything with your easy words.”

“You don’t know the first thing about love, because you don’t understand compromise.”

“Deception is brutal, I’m not pretending otherwise.”

“What’s so great about the truth? Try lying for a change, it’s the currency of the world.”

“It’s a lie. It’s a bunch of sad strangers photographed beautifully, and… all the glittering assholes who appreciate art say it’s beautiful ’cause that’s what they wanna see. But the people in the photos are sad, and alone… But the pictures make the world seem beautiful, so… the exhibition is reassuring which makes it a lie, and everyone loves a big fat lie.”

“Don’t stop loving me. I can see it draining out of you. It’s me, remember? It was a stupid thing to do and it meant nothing. If you love me enough, you’ll forgive me. “

“Ele: Eu odeio te machucar!”
Ela: Então porque você me magoa?”

“Sempre existe a opção entre resistir e se entregar. Não sei quando, mas você teve esse momento…”

“Se você acredita em amor a primeira vista, você nunca para de olhar.”

“Você é uma mulher, ela é uma garota. Ela tem a beleza estúpida da juventude.”

Depois de ter escrito tudo aquilo no post anterior, achei esse escrito de Fernando Pessoa, que não teria como descrever melhor tudo que estou sentindo e passando. Vocês gostarão, caros leitores.

Sempre é preciso saber quando uma etapa chega ao final. Se insistirmos em permanecer nela mais do que o tempo necessário, perdemos a alegria e o sentido das outras etapas que precisamos viver. Encerrando ciclos, fechando portas, terminando capítulos. Não importa o nome que damos, o que importa é deixar no passado os momentos da vida que já se acabaram. Doi despedida do trabalho? Terminou uma relação? Deixou a casa dos pais? Partiu para viver em outro país? A amizade tão longamente cultivada desapareceu sem explicações? Você pode passar muito tempo se perguntando por que isso aconteceu. Pode dizer para si mesmo que não dará mais um passo enquanto não entender as razões que levaram certas coisas, que eram tão importantes e sólidas em sua vida, serem subitamente transformadas em pó. Mas tal atitude será um desgaste imenso para todos: seus pais, seus amigos, seus filhos, seus irmãos, todos estarão encerrando capítulos, virando a folha, seguindo adiante, e todos sofrerão ao ver que você está parado. ninguém pode estar ao mesmo tempo no presente e no passado, nem mesmo quando tentamos entender as coisas que acontecem conosco. o que passou não voltará: não podemos ser eternamente meninos, adolescentes tardios, filhos que se sentem culpados ou rancorosos com os pais, amantes que revivem noite e dia uma ligação com quem já foi embora e não tem a menor intenção de voltar. as coisas passam, e o melhor que fazemos é deixar que elas realmente possam ir embora. por isso é tão importante (por mais doloroso que seja) destruir recordações, mudar de casa, dar muitas coisas para orfanatos, vender ou doar os livros que tem. tudo neste mundo visível é uma manifestação do mundo invisível, do que está acontecendo em nosso coração. e o desfazer-se de certas lembranças significa também abrir espaço para que outras tomem o seu lugar. deixar ir embora. soltar. desprender-se. ninguém está jogando nesta vida com cartas marcadas, portanto às vezes ganhamos, e às vezes perdemos. não espere que devolvam algo, não espere que reconheçam seu esforço, que descubram seu gênio, que entendam seu amor. pare de ligar sua televisão emocional e assistir sempre ao mesmo programa, que mostra como você sofreu com determinada perda: isso o estará apenas envenenando, e nada mais. não há nada mais perigoso que rompimentos amorosos que não são aceitos, promessas de emprego que não têm data marcada para começar, decisões que sempre são adiadas em nome do “momento ideal”. antes de começar um capítulo novo, é preciso terminar o antigo: diga a si mesmo que o que passou, jamais voltará. lembre-se de que houve uma época em que podia viver sem aquilo, sem aquela pessoa – nada é insubstituível, um hábito não é uma necessidade. pode parecer óbvio, pode mesmo ser difícil, mas é muito importante. encerrando ciclos. não por causa do orgulho, por incapacidade, ou por soberba, mas porque simplesmente aquilo já não se encaixa mais na sua vida. feche a porta, mude o disco, limpe a casa, sacuda a poeira. deixe de ser quem era, e se transforme em quem é. Torne-se uma pessoa melhor e assegure-se de que sabe bem quem você é, antes de conhecer alguém e de esperar que ele veja quem é você. e lembra-se : tudo o que chega, chega sempre por alguma razão.

Fernando Pessoa

 XoXo,

Guedes.

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